Como melhorar a autoestima: Um guia completo para você se amar mais
Se você anda se sentindo para baixo, com pouca confiança ou simplesmente acha que não se valoriza o suficiente, relaxa, você não está sozinha. Muita gente passa por isso. A gente escuta falar de amor-próprio, de autoestima, mas na prática, parece um bicho de sete cabeças, né? Parece que todo mundo sabe fazer, menos a gente. Mas a verdade é que cuidar de si mesmo e se gostar mais é algo que se aprende, se pratica. E olha, faz uma diferença enorme na vida. Vamos ver como melhorar a autoestima e começar a se amar de verdade, sem complicação.
Sabe, a gente ouve falar muito sobre amor-próprio, né? Parece até clichê às vezes. Mas, vamos ser sinceros, o que isso significa de verdade no nosso dia a dia? Não é sobre se achar o máximo ou ignorar os outros. É mais sobre se olhar no espelho e, mesmo vendo as falhas, pensar: "Ok, eu tô aqui, com tudo isso, e tá tudo bem". É reconhecer que você tem valor, independentemente de um dia ruim ou de não ter atingido aquela meta mirabolante.
Amar a si mesmo de verdade é, antes de tudo, um ato de aceitação. É parar de se comparar com aquela pessoa que parece ter a vida perfeita nas redes sociais (que, vamos combinar, é só um recorte) e focar na sua própria caminhada. Significa tratar a si mesmo com a mesma gentileza que você trataria um amigo querido que está passando por um momento difícil. É entender que errar faz parte, que ter dias de preguiça ou de tristeza não te diminui em nada. É, basicamente, ser seu próprio porto seguro, alguém com quem você pode contar, aconteça o que acontecer.
Se amar parece tão óbvio, por que é tão difícil? Pense nas mensagens que recebemos desde cedo: "seja melhor", "faça mais", "não erre". Crescemos com a ideia de que precisamos ser perfeitos para sermos aceitos ou amados. E aí, quando a gente não se encaixa nesses padrões, a autocrítica vem com tudo. É como se tivéssemos uma lista de exigências internas que nunca acabam. Além disso, muitas vezes, aprendemos a nos criticar observando as pessoas ao nosso redor. Se o ambiente em que você cresceu era mais focado em apontar defeitos do que em celebrar qualidades, isso deixa marcas profundas que a gente carrega.
Olha, sem amor-próprio, a gente acaba se metendo em umas roubadas, sabe? É o tipo de coisa que te leva a ficar em relacionamentos que não te fazem bem, porque você acha que não merece coisa melhor. Ou então, te paralisa na hora de tentar algo novo, por medo de falhar. Você acaba se desgastando tentando agradar todo mundo, e esquece de si. Mas quando você começa a se valorizar, tudo muda. Você se sente mais seguro, aprende a dizer não sem culpa e, o mais importante, entende que você é suficiente do jeito que é. É como colocar a sua própria máscara de oxigênio primeiro no avião: só assim você tem energia para ajudar os outros de verdade.
Sabe aqueles dias em que tudo parece dar errado? Você comete um erro no trabalho, esquece um compromisso importante, ou simplesmente se sente para baixo sem motivo aparente. Nesses momentos, a primeira reação costuma ser a autocrítica, né? "Eu sou tão desorganizada", "Como pude esquecer isso?", "Não sirvo para nada". Pois é, essa voz interna pode ser bem cruel. Mas e se a gente tentasse uma abordagem diferente? A autocompaixão é exatamente isso: tratar a si mesmo com a mesma gentileza e compreensão que você ofereceria a um amigo querido que estivesse passando por dificuldades. Não é sobre se lamentar ou se dar desculpas, mas sim sobre reconhecer que errar, falhar e sentir dor faz parte da experiência humana. É um convite para ser mais humano consigo mesmo.
Quando a vida apertar, em vez de se afundar em autojulgamento, tente respirar fundo e se perguntar: "O que eu diria para um amigo que estivesse sentindo isso agora?". Provavelmente, você seria compreensivo, ofereceria apoio e talvez até um abraço. Tente fazer o mesmo por você. Reconheça que você está sofrendo e que isso é válido. Pequenas ações de gentileza, como preparar uma refeição gostosa, ouvir sua música favorita ou simplesmente tirar um tempo para descansar, podem fazer uma diferença enorme. Lembre-se, você não está sozinha em suas lutas, e ser gentil consigo mesma não é um luxo, é uma necessidade.
Ninguém é perfeito, e quem tenta ser, geralmente se frustra. Erros acontecem. A questão é o que fazemos com eles. Em vez de vê-los como provas de que você não é boa o suficiente, que tal encará-los como lições valiosas? Cada falha é uma chance de aprender algo novo sobre si mesma, sobre o mundo ou sobre como as coisas funcionam. Pense em um erro recente. O que você aprendeu com ele? Como essa experiência pode te ajudar a tomar decisões melhores no futuro? Essa mudança de perspectiva transforma o peso do erro em um degrau para o crescimento pessoal. É na imperfeição que encontramos as maiores oportunidades de evolução.
Quando nos criticamos constantemente, criamos um estado de alerta interno que gera muito estresse e ansiedade. É como se estivéssemos sempre em guerra conosco mesmas. A autocompaixão, por outro lado, age como um bálsamo. Ao nos tratarmos com mais carinho e aceitação, diminuímos essa tensão interna. Estudos mostram que pessoas que praticam a autocompaixão tendem a ter níveis mais baixos de estresse, ansiedade e até depressão. Elas se sentem mais resilientes diante das adversidades e conseguem lidar melhor com as emoções difíceis. É um ciclo virtuoso: quanto mais autocompaixão, menos sofrimento desnecessário.
| Benefício da Autocompaixão | Descrição |
|---|---|
| Redução do Estresse | Diminui a tensão interna e a reatividade a situações difíceis. |
| Menos Ansiedade | Ajuda a lidar com preocupações e medos de forma mais equilibrada. |
| Maior Resiliência | Fortalece a capacidade de se recuperar de contratempos. |
| Bem-Estar Emocional | Promove um estado geral de maior contentamento e paz interior. |
Sabe aqueles pensamentos que surgem do nada e te dizem que você não é boa o suficiente, que vai falhar, ou que ninguém gosta de você? Pois é, eles são os nossos autocríticos internos, e muitas vezes, eles não têm nada a ver com a realidade. Eles são como velhos hábitos mentais, formados por experiências passadas, comparações ou até mesmo pela pressão que a gente sente da sociedade e das redes sociais. É fácil cair na armadilha de acreditar neles, mas a boa notícia é que podemos, sim, questionar essas vozes.
O primeiro passo é parar e prestar atenção nesses pensamentos. Quando um deles aparecer, não o aceite de cara. Tente fazer um pequeno interrogatório mental:
É um exercício que exige prática, mas aos poucos você começa a perceber que muitos desses pensamentos são apenas distorções da realidade. Pense nisso como separar o joio do trigo, sabe? A gente precisa aprender a identificar o que é fato e o que é apenas uma interpretação negativa que não nos ajuda em nada. É um processo para desenvolver autoconfiança aos poucos.
Às vezes, esses pensamentos negativos vêm de crenças mais profundas que carregamos. Coisas como "eu não sou inteligente o suficiente" ou "ninguém vai me amar como eu sou". Essas crenças podem ter se formado há muito tempo e, sem perceber, elas ditam como agimos e como nos vemos. Para mudá-las, precisamos primeiro trazê-las à luz. Pergunte-se:
Transformar essas crenças não é fácil, mas é possível. Comece a procurar por evidências que contradigam essas ideias antigas. Se você acredita que não é boa em nada, preste atenção nas coisas que você faz bem, mesmo que pareçam pequenas. Celebre essas pequenas vitórias. É como regar uma plantinha nova, sabe? Você precisa dar atenção e cuidado para que ela cresça forte.
Mudar a forma como você se vê pode mudar tudo. Em vez de focar no que você acha que está errado, tente olhar para suas qualidades e para o seu progresso. Ninguém é perfeito, e tudo bem. Aceitar suas imperfeições é um ato de força, não de fraqueza. Lembre-se que a jornada de se amar mais é contínua, com altos e baixos, e cada passo, por menor que seja, conta.
Sabe aquela sensação de estar sempre dizendo sim para tudo e todos, mesmo quando você está exausta? Pois é, isso é um sinal claro de que seus limites podem estar precisando de um ajuste. Estabelecer limites não é ser egoísta ou antipática, é um ato de respeito próprio e, acredite, é fundamental para manter qualquer relacionamento saudável, seja com amigos, família ou no trabalho. É como cuidar do seu jardim: você precisa definir onde as plantas podem crescer para que tudo floresça bem.
Dizer "não" pode parecer um bicho de sete cabeças para muita gente. A gente cresce ouvindo que ajudar é bom, que ser prestativo é uma qualidade. E é mesmo! Mas quando dizer "sim" começa a te custar sua paz, sua energia ou até sua saúde, é hora de repensar. O medo de decepcionar ou de ser mal interpretada é real, mas pense comigo: você realmente quer construir sua vida em cima de obrigações que te esgotam?
Dizer "não" para algo que não te serve é, na verdade, dizer "sim" para o seu próprio bem-estar e para as coisas que realmente importam para você. É uma escolha consciente de onde você investe sua energia.
Nossa energia é um recurso finito. Assim como você não deixaria qualquer um entrar na sua casa e bagunçar tudo, não dá para permitir que qualquer pessoa ou situação sugue sua energia vital. Definir o que é aceitável significa entender seus próprios limites de tolerância. Isso envolve reconhecer quando um comentário te machuca, quando uma demanda é excessiva ou quando um comportamento te desrespeita.
Pode parecer contraditório, mas colocar limites pode, na verdade, melhorar seus relacionamentos. Quando você se comunica de forma clara sobre suas necessidades e o que espera, as pessoas ao seu redor aprendem a te tratar de uma maneira que funciona para ambos. Isso evita ressentimentos e mal-entendidos que, com o tempo, corroem qualquer vínculo.
A forma como nos relacionamos com os outros diz muito sobre como nos vemos. Quando a gente se sente bem consigo mesmo, as conexões que criamos tendem a ser mais saudáveis e verdadeiras. É como se a nossa própria segurança fosse um ímã para pessoas que também se sentem seguras e nos tratam com respeito.
Sabe aquela amizade ou relacionamento que te deixa sempre para baixo, te criticando ou te fazendo sentir pequeno? Isso pode ser um sinal de que a relação é tóxica. Essas conexões, em vez de nos fazer crescer, sugam nossa energia e minam nossa confiança. É importante ficar atento a sinais como:
Se você se identifica com esses pontos, talvez seja hora de repensar essa relação.
Por outro lado, existem aquelas pessoas que nos fazem sentir bem, que nos apoiam e nos inspiram a ser melhores. Essas são as conexões saudáveis. Elas nos dão força, nos encorajam a perseguir nossos sonhos e celebram nossas vitórias. Para cultivar essas relações, é preciso investir tempo e energia, mostrando reciprocidade e interesse genuíno.
Relações que nos fazem bem são aquelas onde há troca, respeito e um desejo mútuo de ver o outro feliz e realizado. Elas nos dão um senso de pertencimento e segurança.
Ter uma boa autoestima é a base para construir relacionamentos fortes. Quando você se valoriza, não aceita menos do que merece. Você atrai pessoas que te tratam com o mesmo respeito que você se trata. Isso significa que, ao trabalhar em si mesmo, você naturalmente melhora a qualidade das suas interações sociais. É um ciclo positivo: quanto melhor você se sente consigo, melhores são as pessoas que entram na sua vida e mais saudáveis essas relações se tornam.
Às vezes, a gente sabe o que precisa fazer, mas colocar em prática é outra história, né? Desenvolver a autoestima não é diferente. É um processo que exige um pouco de esforço e, principalmente, ferramentas que funcionem no dia a dia. Não adianta só ler sobre o assunto; é preciso agir. E a boa notícia é que existem várias maneiras simples de começar a se sentir melhor consigo mesma, sem precisar de grandes revoluções.
Escrever sobre o que se passa na cabeça e no coração é um jeito poderoso de se entender melhor. Sabe aquela sensação de que as coisas estão confusas? Colocar no papel ajuda a organizar os pensamentos e a dar nome aos sentimentos. Tente responder algumas perguntas, como:
Fazer isso regularmente cria um registro do seu progresso e te ajuda a perceber padrões que talvez você nem notasse antes. É como ter uma conversa honesta consigo mesma, sem interrupções.
Vivemos correndo, pensando no futuro ou remoendo o passado, e esquecemos de estar aqui, agora. O mindfulness, ou atenção plena, é sobre isso: prestar atenção ao momento presente, sem julgamentos. Parece simples, mas faz uma diferença enorme. Tente fazer pequenas pausas durante o dia. Feche os olhos por um minuto e apenas sinta sua respiração. Ou, enquanto come, preste atenção ao sabor e à textura da comida. Isso ajuda a acalmar a mente e a reduzir aquela ansiedade constante. É um jeito de se reconectar consigo mesma e com o mundo ao redor, apreciando as pequenas coisas. Cuidar da saúde intestinal, por exemplo, pode ser um ótimo ponto de partida para se sentir mais presente e bem disposta [f796].
Nós temos uma mania terrível de só valorizar as grandes vitórias, né? Mas a verdade é que a vida é feita de muitos pequenos passos. E cada um deles merece ser reconhecido. Sabe quando você consegue terminar uma tarefa chata no trabalho? Ou quando decide fazer uma caminhada mesmo sem muita vontade? Isso é uma conquista! Anote essas pequenas vitórias em um caderno ou no celular. Ver a lista crescendo ao longo do tempo é um lembrete constante de que você é capaz e está avançando. É como construir uma base sólida, tijolo por tijolo, para a sua autoconfiança. Lembre-se, o progresso, não a perfeição, é o que realmente importa.
Sabe aquela sensação de que nada está bom o suficiente? De que você precisa fazer tudo impecável, sem um único erro? Isso é o perfeccionismo falando mais alto, e ele é um dos maiores sabotadores da nossa autoestima. A gente se cobra tanto que acaba paralisando, com medo de não atingir um padrão que, sejamos sinceros, é impossível de alcançar na vida real. É como tentar correr uma maratona com sapatos de salto alto: exaustivo e, no fim das contas, você nem chega lá.
Em vez de mirar na perfeição, que tal mudar o foco para o progresso? Pense em cada passo que você dá, por menor que seja. Terminou uma tarefa que estava adiando? Ótimo! Fez um exercício hoje, mesmo que tenha sido só uma caminhada curta? Maravilha! Cada pequena conquista é um tijolo a mais na construção da sua confiança. É como montar um quebra-cabeça: você não espera que a imagem apareça de uma vez, mas vai encaixando peça por peça, e a cada uma que você coloca no lugar, a satisfação aumenta.
A vida não é um roteiro de cinema, sabe? Ela é cheia de imprevistos, tropeços e momentos meio desajeitados. E sabe de uma coisa? É justamente aí que mora a beleza. Ninguém é perfeito, e tentar ser é um caminho para a frustração. Aceitar suas falhas, seus erros, suas 'sombras', como alguns chamam, é um ato de coragem e, principalmente, de amor próprio. É como olhar para uma obra de arte com pequenas rachaduras e ainda assim ver a beleza e a história que ela carrega. Essas 'imperfeições' nos tornam únicas, nos ensinam e nos conectam com os outros de uma forma muito mais genuína.
A verdadeira força não está em nunca cair, mas em levantar quantas vezes forem necessárias, aprendendo com cada tombo. A beleza da vida está nas suas nuances, não na sua rigidez.
Essa frase é um mantra para quem quer se livrar das garras do perfeccionismo. Ela nos lembra que é muito mais produtivo ter algo concluído, mesmo que não esteja 100% como imaginávamos, do que nunca ter nada por medo de não ser perfeito. Pense nas vezes que você deixou de fazer algo por achar que não ficaria bom o suficiente. Quantas oportunidades perdidas? Quantas experiências que poderiam ter sido incríveis? Adotar essa mentalidade significa dar permissão para si mesma de ser humana, de experimentar, de errar e, o mais importante, de aprender e seguir em frente. É um convite para a ação, para a vida, sem a pressão de um padrão inatingível.
Sabe aquela sensação de que você está sempre correndo, apagando incêndios e cuidando de todo mundo, menos de si mesma? Pois é, isso é um sinal claro de que o autocuidado anda meio esquecido na sua rotina. E olha, não é frescura, não. Cuidar de você é a base para que qualquer outra coisa funcione bem, inclusive a sua autoestima.
Quando você se dedica um tempo, mesmo que seja só um pouquinho, para fazer algo que te faz bem, você está mandando uma mensagem poderosa para si mesma: "Eu sou importante. Eu mereço atenção e carinho". Isso não tem nada a ver com egoísmo, pelo contrário. É como dizem: você não pode servir de um copo vazio, né? Se você não se nutre, como vai ter energia para dar aos outros ou para enfrentar os desafios do dia a dia?
Muita gente pensa que autocuidado é só gastar rios de dinheiro em cremes caros ou passar horas no salão. Claro, se isso te faz bem, ótimo! Mas o autocuidado de verdade é muito mais amplo. Ele envolve todas as áreas da sua vida.
Pensa comigo: seu corpo e sua mente estão totalmente conectados. Se você não dorme direito, fica irritada e sem foco. Se come mal, se sente mole e sem energia. Por isso, tratar bem do corpo é um passo gigante para ter uma mente mais tranquila e uma autoestima mais firme.
Não precisa ser nada radical. Comece pequeno. Que tal trocar o refrigerante por água em uma refeição? Ou dar uma caminhada rápida no quarteirão depois do trabalho? Pequenas mudanças, quando feitas com constância, criam um efeito dominó positivo. Você começa a se sentir melhor, mais disposta, e isso reflete diretamente em como você se vê.
O autocuidado não é um luxo, é uma necessidade. É o que te permite funcionar em um nível mais alto, com mais clareza e menos estresse. É um investimento em você, que rende juros altos em todas as áreas da sua vida.
Essa frase, "Eu mereço cuidado", pode parecer simples, mas tem um poder transformador. Dizer isso para si mesma, e mais importante, agir de acordo com isso, muda a sua percepção de valor. Quando você se permite descansar em vez de se sobrecarregar, quando diz "não" para algo que não quer fazer, quando escolhe se alimentar bem, você está reafirmando esse direito. É um ato de respeito próprio que, com o tempo, vai construindo uma base sólida para uma autoestima inabalável. É como regar uma plantinha todos os dias: com atenção e carinho, ela floresce.
Olha, construir uma autoestima que dure não é como montar um móvel com manual de instruções, sabe? É mais uma dessas coisas que a gente vai aprendendo e ajustando com o tempo. Não é um destino final onde você chega e pronto, tudo resolvido. É mais um caminho, com altos e baixos, dias que você se sente no topo do mundo e outros que a dúvida bate forte. E tudo bem, isso é super normal. Ninguém é uma máquina de confiança 100% do tempo.
É importante entender que a autoestima não é uma linha reta. Ela sobe, desce, às vezes dá umas cambalhotas. Em vez de se culpar quando ela parece sumir, que tal tentar aceitar? Pense nisso como o clima: tem dias de sol e dias de chuva. Nesses dias mais nublados, em vez de se criticar, tente ser mais gentil consigo mesma. Talvez dar uma caminhada, ouvir uma música que te anima, ou simplesmente respirar fundo. Lembre-se de tudo que você já passou e superou. A verdadeira força não é nunca cair, mas sim levantar quantas vezes for preciso.
Se você quer que essa relação consigo mesma melhore, precisa regar todo dia, mesmo que seja só um pouquinho. Não adianta fazer um monte de coisa legal uma vez e depois abandonar. A consistência é a chave. Pense nas pequenas coisas que te fazem bem: pode ser ler por 15 minutos antes de dormir, fazer um chá quentinho, ou simplesmente dizer "não" para algo que você não quer fazer. São esses pequenos atos diários que vão construindo uma base sólida de cuidado e respeito por si mesma. É como cuidar de uma planta: precisa de atenção regular para florescer.
Sabe, o que os outros pensam de você é, na maioria das vezes, um reflexo deles, não de quem você realmente é. Ficar buscando aprovação externa é como tentar encher um balde furado. Seu valor não muda porque alguém te elogiou ou te criticou. Ele está aí, dentro de você, desde sempre. Tentar se encaixar nas expectativas alheias só te afasta de quem você é de verdade. O desafio é aprender a se valorizar por quem você é, com todas as suas qualidades e até os seus defeitos. Isso leva tempo, mas cada passo nessa direção te deixa mais livre e confiante.
Às vezes, por mais que a gente se esforce, parece que as coisas não andam. Aquela sensação de que algo não está bem com a gente mesmo pode ser persistente, sabe? E quando isso começa a atrapalhar o dia a dia, o trabalho, os relacionamentos, é um sinal claro de que talvez seja hora de procurar uma ajuda extra. Buscar um profissional de saúde mental não é sinal de fraqueza, mas sim um ato de cuidado e coragem consigo mesmo.
Se você se pega pensando "eu não dou conta" com frequência, ou se sentimentos como tristeza, ansiedade ou desânimo não vão embora, mesmo depois de um tempo, pode ser um indicativo. Outros sinais incluem: dificuldade em manter as coisas que você precisa fazer, evitar situações que te dão medo de falhar, ou até mesmo deixar de se cuidar, física e mentalmente. Se o trabalho ou os estudos começam a sofrer por causa de como você se sente, é mais um motivo para considerar conversar com alguém.
Um psicólogo é treinado para ouvir sem julgar e para ajudar a entender o que está acontecendo lá dentro. Através de conversas e, às vezes, alguns exercícios, ele pode ajudar a identificar os pensamentos e crenças que estão minando sua confiança. É como ter um guia que te mostra caminhos que você talvez não enxergasse sozinho.
A terapia oferece um lugar onde você pode ser totalmente honesto sobre seus medos e inseguranças, sem receio de ser julgado. É um ambiente preparado para que você se conheça melhor e encontre suas próprias respostas.
Existem diferentes abordagens terapêuticas, como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), que foca em mudar pensamentos e comportamentos, ou a terapia integrativa, que olha para você de forma mais completa, corpo e mente juntos. O importante é encontrar um profissional com quem você se sinta à vontade e seguro para iniciar essa jornada de autoconhecimento e fortalecimento.
Construir uma autoestima inabalável é mais do que um processo psicológico: é um ato de amor e coragem. É reencontrar a própria voz, libertar-se da necessidade de aprovação e descobrir o poder da autenticidade. Quando você se aceita de forma plena, o mundo ao seu redor começa a refletir essa confiança. Lembre-se, a verdadeira autoestima inabalável começa quando você escolhe se escutar com empatia e continuar evoluindo, um passo de cada vez. O amor-próprio é o solo fértil da sua existência — tudo o que cresce nele floresce com mais verdade, beleza e propósito. Comece hoje, comece pequeno, mas comece. Seu eu futuro agradecerá por cada esforço que você fizer em direção a uma relação mais amorosa e respeitosa consigo mesma.
Amor-próprio é se gostar do jeito que você é, com seus erros e acertos. Não é ser egoísta, mas sim se respeitar e se cuidar, sabendo que você tem valor mesmo quando as coisas não saem como planejado. É se tratar com carinho, como trataria um amigo querido.
Às vezes, a gente se compara muito com os outros, principalmente vendo o que aparece nas redes sociais, que nem sempre é a realidade completa. Além disso, se ouvimos muitas críticas quando éramos crianças, isso pode nos fazer duvidar do nosso próprio valor e dificultar o processo de se amar.
Se amar é super importante porque é a base para tudo. Quando você se gosta, fica mais fácil lidar com os problemas, ter relacionamentos mais saudáveis e não aceitar menos do que merece. É como ter uma base forte para construir uma vida feliz e equilibrada.
Autocompaixão é ser gentil consigo mesmo, especialmente em momentos difíceis. Quando errar ou se sentir mal, em vez de se culpar, pergunte: 'Como eu ajudaria um amigo nessa situação?'. Use palavras de apoio e compreensão para si mesma.
Pensamentos autocríticos são aquelas vozes na sua cabeça que te criticam e dizem que você não é bom o suficiente. Para lidar com eles, questione se são realmente verdadeiros. Procure por provas que mostrem o contrário e tente mudar o foco para suas qualidades e o que você já conquistou.
Estabelecer limites significa dizer 'não' quando necessário e mostrar o que você aceita ou não. Isso protege sua energia e seu bem-estar. Não é ser chato, mas sim se respeitar e garantir que suas relações sejam equilibradas e baseadas em respeito mútuo.
Cuidar de si mesmo, não só com coisas como um banho relaxante, mas também dormindo bem, se alimentando direito e fazendo o que gosta, envia uma mensagem poderosa para você mesma: 'Eu mereço ser cuidada'. Isso fortalece a sensação de valor próprio.
Se a baixa autoestima está atrapalhando muito sua vida, seus relacionamentos ou seu trabalho, e você sente que não consegue melhorar sozinha, procurar um psicólogo pode ser um ótimo passo. Um terapeuta pode te ajudar a entender as causas e a desenvolver ferramentas para se sentir melhor.
Aproveite para compartilhar clicando no botão acima!
Visite nosso site e veja todos os outros artigos disponíveis!